Um grupo de humor multimí­dia formado por redatores, radialistas e atores de todos os sexos. Nosso projeto é recolher toda a produção de lixo involuntário e reciclar em humor voluntariamente non sense, com pitadas de acidez no processo químico, besteirol no acabamento e anarquia como produto final. Se você curte Monty Python, Irmãos Marx, Veríssimo, South Park, Seinfeld, TV Pirata, Chiclete com Banana, Casseta Popular, Planeta Diário... Nós também gostamos! Daí­ a fazermos algo do mesmo nível já é uma diferença abissal. Enfim, você está interessado nisso? Coisa mais sem graça explicar grupo de humor... Em breve, manifesto do grupo em DVD.
Alexandre Clarim Colecionador profis-
sional de pérolas trash e humorista amador. Apesar de ser jornalista acredita que sabe escrever e delegou para si o confortável tí­tulo de redator. De vez em quando paga micos como macaco de imitação fazendo vozes de personagens e personalidades. Já assinou uma coluna de humor no jornal policial carioca O POVO, mas para o alívio dos parentes e amigos nunca apareceu na primeira página.

Felipe Rangel O mascote do Mico, com apenas 18 anos, possui um talento e uma ejaculação precoce para o humor, gozando todo mundo em ritmo acelerado. Além de redator, fez um ano de Tablado, mas mantém sua convicção pelo heterossexualismo. Os outros membros do grupo acreditam que Felipe na verdade é um senhor de 75 anos que clonou um moleque de 18, tamanho o seu conhecimento sobre tudo.

Fernanda Celleghin Autora, redatora, atriz,radialista, modelo e manequim. Faz vozes que até Deus duvida, sendo o alter ego de vários personagens. É a porção mulher do grupo "O Mico" e tenta a todo custo aplacar as grosserias nas piadas boladas pelos machos do grupo. Tarefa na qual costuma ser mal sucedida.

Juliana Paixão - Jubiléia, vulgo Juliana Paixão, é a radialista do grupo "O Mico". Além de atriz, modelo, manequim e futura ex-Big Brother. Também interpreta vários personagens. É a segunda porção mulher do mico e já desistiu de aplacar a grosseria dos machos do grupo, atuando como uma integrante feminina exemplar. Sempre arrumando a casa e preparando a comida.

Pablo Kaschner - Formado em Rádio e TV mas sua carreira ainda não tomou forma. Atualmente cursa jornalismo e, mesmo assim, o curso de sua vida ainda não está definido. O que ele quer (como se pudesse querer alguma coisa) é que descambe pelo lado do humor e é por isso que ele se juntou a essa cambada de desocupados d´O Mico. Foi um dos autores do livro "Humor, tô vivo" e assim que seu livro sobre os seriados Chaves e Chapolin sair, ele avisa...Epa, já saiu!
 








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terça-feira, julho 31

  Sempre em cartaz

Terça feira passada fui convidado para assistir em primeira mão, em exibição para a imprensa e blogueiros, o filme Duro de Matar 4.0. Tudo graças à bonitinha da Dani, que tá coordenando o projeto BloggersCut.Projeto em que blogs cadastrados publicam resenhas sobre os filmes que serão lançados da FOX.

Vou publicar a resenha sobre a nova aventura fodástica de John Mclane, que irá agradar em cheio os fãs do bom e velho filme de porrada para macho de raiz. Por enquanto, deixarei disponível a versão Mico na Rede para o cartaz do filme, que estréia sexta-feira nos cinemas de todo o país.




Nota de rodapé por:Alexandre Paim às 2:36 PM |
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sexta-feira, julho 27

  Yada, yada, yada

Bem, aí vai um especial que a HBO produziu(em 1998) com ninguém mais, ninguém menos, que Jerry Seinfeld.
Se você não sabe quem ele é, taí um bom motivo pra você ver este vídeo o mais rápido possível.
Feito após o término de sua série, esta é uma boa oportunidade de conhecer melhor o "stand-up comedy".
Enfim, deixando de blá,blá, blá, aí está-com legendas em português-

"I´m telling you for the last time"




Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

parte 7

Parte 8

Nota de rodapé por:Felipe Rangel às 8:25 PM |
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sábado, julho 21

  Viral de cu é hoax - Rotina em Chamas

Os publicitários de rabinho de cavalo continuam aprontando todas na sessão da tarde. Recebemos este vídeo da Flamejante Filmes, produtora do excêntrico Winston Bandeira, responsável pela superprodução cinematográfica Rotina em Chamas, que acompanha a enfadonha rotina de 3 brasileiros: Cíntia, Léo e Glauco. Claro que até minha vó percebeu que trata-se de um viral. Mas pera lá, a agência espertamente fez videozinhos com mensagens subliminares a blogs como o Ah! Tri Né ! , blog do Noel e ao nosso humilde blog símio. Cada blog ganhou o seu vídeo personalizado.

Pois bem, como blogueiros são seres carentes que necessitam de atenção, cedi à chantagem emocional, além do fiapo de esperança de ver se ganho alguma coisa nisso, nem que seja amostra grátis do até então misterioso produto. Espero que não seja um vibrador, ou algo do gênero que deixe o rabo em chamas. Realmente não consegui adivinhar qual é a marca, produto ou serviço oferecido, e este é, pelo menos pra mim, o principal atrativo deste viral, tentar descobrir as mensagens subliminares para identificar para quem é destinada esta campanha.



Pensando bem, com estas palavras-chave, flamejante, chamas....Será que é um viral da TAM ?! Tente descobrir no blog do Rotina em Chamas.


Nota de rodapé por:Alexandre Paim às 11:26 AM |
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sexta-feira, julho 20

  Idéia de Charge

É meio esquisito, mas tenho esta mania de, apesar de não desenhar nem bonequinho de palito, volta e meia ter idéias para charge. É meio como o cara que tem o braço amputado, mas bizarramente volta e meia ainda sente coceiras como se o membro ali estivesse. Dizem que é psicológico. No meu caso é fácil dar o diagnóstico: "Cartunista frustrado."

Pois bem, aí vai a idéia. Algum cartunista caridoso se habilita a desenhar ?

Cenário: O inferno. O diabão chefe do inferno observa num telão o air bus incendiado da TAM e lhe escorre uma lágrima de canto de olho. No canto, um diabinho comenta com o outro. "Pois é, ele quis se aposentar em grande estilo." No quadrinho seguinte, entra o ACM sendo ovacionado e o diabão passando a faixa pra ele.

Nota de rodapé por:Alexandre Paim às 7:56 PM |
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  The Day After - 3 days ago

Já que não atualizamos esta bosta, aí vai um vídeo do nosso parceiro sexual mais fixo, o Badalhoca. Um emocionante relato no dia seguinte à tragédia do Air Bus da Tam. Com o roteiro do legendário Moskito, interpretação magistral de Ronald Rios e direção autoral de Erik Gustavo, mais uma produção Badalhoca Pictures.

PS: O Mico na Rede não está de luto. Vai que neguinho acha que estamos lamentando a morte do ACM.


Nota de rodapé por:Alexandre Paim às 1:28 PM |
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segunda-feira, julho 16

  Sandy e Júnior de volta...

Quem foi que disse que a gente havia se separado?

Nota de rodapé por:Juliana Paixão às 11:49 AM |
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sexta-feira, julho 13

  PAN PAN PAN PAN

Sexta-feira 13. Abertura oficial dos jogos pan-americanos no Brasil. O Rio é a cidade do PAN. É um PANdemônio. O PANorama da cidade não é nada bom. A política não é um mar, mas um PÂNtano de lama. Há PANçudos no poder e que pouco fazem. Há PANcadaria generalizada pelas ruas. Há playboys PANacas espalhados aos montes. A cidade é uma PANela de pessão prestes a explodir. Os cidadãos estão em PÂNico. Há PANdemia de dengue em todo verão. PANsexualismo desenfreado. PÂNdega e PANdeiro no carnaval. PANcadão nos bailes funk, assim como popozudas cachorras que também poderiam ser PANteras. O carioca que não se cansa de PANtear a cidade. Policiais do tipo PANgaré que nada agem. As mulheres belas, mas também as PANdorgas na praia de I“PAN”ema. E tudo isso acaba numa PANfobia que nada mais é que fobia generalizada, mas poderia, aqui, ser entendida como fobia do PAN mesmo.

Nota de rodapé por:Juliana Paixão às 12:10 PM |
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  Onãlista: Resenha das fotos da bandeirinha nua

É com muito orgulho e excitação que aceitei o convite do pessoal do Mico na Rede para assinar esta coluna que visa desmistificar e dirimir os preconceitos contra o inocente hábito do prazer solitário, preconceituosamente qualificada como a covardia do cinco contra um. Sou jornalista, designer, fotógrafo, crítico de cinema, teatro, artes plásticas e, logicamente, punheteiro, atividade a qual tenho mais me dedicado ultimamente.

Colecionador contumaz de revistas masculinas e, também femininas (as capas da Nova são ótimas, basta ter imaginação) comecei a desenvolver a fina arte de resenhar os ensaios fotográficos de nudez feminina, não só de nudez completa como ensaios sensuais, catálogos de lingerie, roupas de banho e capas da exame com alguma executiva de sucesso. Sou adepto da bronha arte, da bronha de várzea, da bronha moleque, o oposto da bronha força, da bronha de resultados. Por isso, nada mais justo que prestar uma homenagem ao futebol homenageando a pelada sensação do momento: A bandeirinha Ana Paula.

Portanto, encerro aqui minha introdução (não sou muito bom em introduções devido ao excesso de sexo solitário) sobre minha pessoa e inicio esta resenha futebolística-ginecológica sobre a bandeirinha. E já que estamos falando de esporte, já entrei no clima do Pan e disputarei a modalidade de cuspe à distância graças às gêmeas do nado sincronizado.


Bandeira a meio pau (Bandeirinha Nua / Crítica) – Por Onãlista
Esta é uma edição da Playboy que visa um resgate do heterossexualismo de raiz. Nada de dicas de beleza, elegância, cremes, exercícios para o abdômen, dietas ou demais pautas metrossexuais para leitores da Men’s Health, a G Magazine dos enrustidos. Na verdade, não posso afirmar se existiam estas matérias, pois como hetero que se preze não costumo olhar o restante do conteúdo da Playboy que não tenha mulher pelada. Mas de qualquer jeito, é possível afirmar que esta edição trouxe duas paixões de todo heterossexual de uma sociedade patriarcal que se preze: futebol e mulher.

Quer dizer, de futebol mesmo só a profissão da peladona clicada. A bandeirinha Ana Paula de Oliveira esbanja sensualidade num ensaio bem sofisticado que alguns chefes de torcida organizada de times como Corinthias ou Flamengo podem não atentar muito. O ensaio realmente não tem nada a ver com futebol. Os detalhes de luz, figurinos e maquiagens geram um clima vintage clean. Abrindo mão dos clichês e estereótipos e trabalhando com a reversão de expectativas não há nenhuma foto da moça de chuteiras.

Fazendo uma análise minunciosa trancado no banheiro e com o chuveiro ligado para a melhor simulação de banho, destaco as fotos com análises sêmen-óticas escritas por mim de próprio punho:
Podem me chamar de viado, boiola, frutinha, ator de teatro infantil mas gosto da nudez implícita. Esta foto dela atrás da poltrona é uma das minhas preferidas. A criação de expectativa, a provocação, a revelação do contorno do corpo que será desnudado. É como se fosse uma espécie de preliminar. Além do que a nudez oculta pela poltrona simboliza uma crítica velada à sociedade de consumo, em especial as lojas de grande varejo como Casas Bahia que ao lançar promoções de queima de estoques remete ao espectador, reduzido à categoria de consumidor, o impulso de compra frenético através da construção simbólica de um objeto de desejo. Trocando em miúdos, cria-se a fantasia oculta que comprando a poltrona, a mesma virá com uma mulher perfeita acoplada, nua e já devidamente tratada com photoshop.

É sempre inesquecível e destacável a primeira foto de nudez frontal. Ao lado, destaco também, o texto de Ruy Castro. Todo mundo tá lendo ? O escritor expert em biografias foi chamado propositalmente para figurar seu texto ao lado da foto reveladora do genital da bandeirinha. Afinal, bio é vida, é de lá que nasce a vida. Aliás, assim como o Ferreira Gullar, o Ruy Castro não é um gato ?


Agora a coisa começa a esquentar. A foto em decúbito dorsal, embora bacana, revela um ciclo definitivo e já enfadonho das estrelas da capa de Playboy: A aspiração ao sonho de serem atrizes. Pelo menos, a pretensão está implícita nesta foto em que a bandeirinha simula um daqueles exercícios exóticos de teatro para o auto conhecimento, do tipo “Eu sou um feijão." e fica todo encolhido. No meu caso, não encolheu, cresceu.



A única foto que remete a futebol. A bandeirnha de quatro, esperando uma enfiada pelo meio com bola e tudo. Estavam esperando esta piadinha, não ?

Na primeira foto a modelo faz o estilo mulher rica que não conseguiu tirar toda a roupa. Mais uma vez aí, J. R. Duran com um subtexto de caráter político mais acentuado que o do Sebastião Salgado,retrata a superficialidade que envolve as pessoas de alta renda no país. Envolta por casacos, cinta liga e saltos, a mulher de alta renda não consegue se desnudar de valores materiais superfúlos, mas já é sensível aos apelos populares de que tirasse a calcinha. Fazendo, assim, o início da distribuição de renda no Brasil. Já a segunda foto em que ela está deliciosa foi danificada no exercício da análise.

A famosa foto do pôster central. Sinceramente, acho que este tipo de foto já caiu numa fórmula. O enredo já não gera mais enredo, é muito batido e não dá vontade de bater. Sempre a mulher está com o cotovelo apoiado no chão, revelando sua nudez completa. Clichê. Chega a dar sono, mas isso de repente pode ter sido pelo cansaço oriundo de minha atividade manual.

A primeira foto vale o preço da revista. Apesar dela não ser uma atriz do Zorra Total, encarnou com maestria o papel da diva que se abaixa para pegar algo no chão enquanto um comediante geriátrico com o pé na cova solta algum bordão que remeta ao traseiro macio e carnudo da moça. Já a segunda cria uma espécie de simbiose casaco preto e buceta que parece ser uma referência ao vilão do último filme do Homem Aranha, o Venom, o vilão formado pelo uniforme negro unido à pele de um desafeto de Peter Parker. Uma clara opção mercantilista da revista que acaba intervindo em sua arte, já que os nerds fãs de quadrinhos são um público em potencial para a revista que torna possível aos mesmos pelo menos a simulação de um ato sexual. Se bem que se eles são nerds, não terão dificuldade de baixar as fotos pelo computador.


E o gran finale. Esta última foto é uma mensagem escancarada e explícita para os torcedores do Botafogo, aos quais a bandeirinha elegantemente sugere que tomem no olho do cu.


Onãnista - é um punheteiro.
Agradecimentos especiais ao Nando que enviou as preciosas fotos que ilustram esta análise.

Nota de rodapé por:Alexandre Paim às 4:12 AM |
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segunda-feira, julho 9

  As Novas 7 Maravilhas do Mundo

Os protestos na Europa contra a escolha do Cristo Redentor como uma das sete maravilhas do mundo chegaram nas mais altas lideranças políticas e espirituais. Há uma denúncia de que Deus teria dado uma forcinha pelo fato de ser brasileiro, e por se tratar da estátua de seu filho. O comentário maudoso que circula é que o Todo Poderoso (com Jim Carrey) elegeu as 6 novas maravilhas do mundo e, na sétima, que é seu filho, descansou.
E como o Todo Poderoso II (com aquele carinha que fez O Virgem de 40 Anos) escreve certo por linhas tortas pediu que seu assessor de imprensa, Santo Agostinho, divulgasse uma lista com novas 7 maravilhas alternativas, com a intenção de agradar a todos, menos gregos e troianos que são civilizações anteriores ao cristianismo. O Mico na rede publica em primeira mão divina estas novas maravilhas:

Taj Mahal - Projetada por Jorge Benjor há um porrilhão de anos A. S (Antes do Sample), esta construção fora levantada pelos escravos negros conhecidos como Zé Pretinhos. O Taj Mahal é considerado um forte candidato a uma das sete fio maravilhas do mundo. Turistas do mundo inteiro visitam a construção em busca da energia espiritual do guardião e síndico Tim Maia, só que o espírito nunca comparece. Sai em vantagem na campanha pelo voto devido ao apoio da W.Brasil. A população de Jacarézinho, avião, cuidado com o disco voador, já aderiu em massa à campanha saindo às ruas toda de branco, molhada e despenteada, que sétima maravilha, que coisa linda, que é o Taj Mahal.

Machu Pichu Boy - Monumento construído por primatas na Barra da Tijuca há 1.000 anos A.A (Antes dos Anabolizantes). Uma grande montanha de músculos sem cérebro que foi erigida pelas serviçais do lar que mesmo após a obra concluída continuaram apanhando pois foram confundidas com prostitutas da babilônia, civilização da qual eles também não tinham nenhum tipo de conflito. Ao se tornar um templo Inca, os Pichu Boys guardiões do monumento, que eram (e são) eleitores dos César Maias, acharam que os tais incas eram homossexuais por tentar colocá-los no Peru. Conhecidos por sua homofobia, os Pichu Boys queimaram todos os incas, extingüindo a civilização. De acordo com historiadores e lutadores de Jiu Jitsu, um documento antigo justificava o ato pelo fato de acharem que os incas eram mendigos. Entre os monumentos, ninguém acredita que tem chance de ganhar. Nem a polícia, nem os advogados. Só o papai dele.

Mara Maravilha - Nunca foi um monumento. Mas era uma obra de pequeno porte até interessante. Originalmente foi erigida, há anos 80 anos A.E (Antes da Eliane) para homenagear os cultos africanos mas acabou sendo usurpada das tribos africanas da Bahia por colonizadores ingleses protestantes que a transformarm num ícone evangélico ao lado de outras obras primas como Dedé Santana e Wanderlei Cardoso. Uma maravilha. Maltratada pelo passar dos templos, Mara precisa de reformas, recauchutagens e, principalmente, de um bom trato. Quem sabe até atuar num filme pornô para voltar a chamar atenção e ser eleita uma das 7 maravilhas (com concorrentes como Gretchen e Rita Cadillac será fácil). Um dos grandes tesouros que guardam à sete chaves no monumento, digo ex-gostosinha, Mara Maravilha foi colocado lá há milênios quando os escravos de Jó que jogavam caxandá no programa infantil de Mara Maravilha e construíam o monumento, tiveram acesso à edição da revista Playboy com Mara na capa. De acordo com historiadores, a partir deste momento, os escravos fizeram a obra toda à mão.

Nelson Ned - Candidato a ser uma das 6,5 maravilhas do mundo. O menor monumento do mundo atualmente. Erigido por escravos pigmeus há 200 anos A. F (Antes de Ferrugem) na região que pertence atualmente aos Países Baixos. O monumento-maquete iria ser utilizado, inicialmente, para ser o noivo de bolos de casamento ou jogador de time de totó, esporte muito popular na região, mas acabou se tornando uma das grandes obras da humanidade, superando até mesmo o Davi de Michelângelo, pelo menos no que tange ao tamanho da piroca.

Pastelaria do China - Sem dúvida, o maior monumento arquitetônico em termos dimensionais. Juntando todas as pastelarias espalhadas pelo centro das principais capitais do país dá para circundar o planeta Terra, evitando o aquecimento global, já que a porra do pastel sempre vem frio. A pastelaria do China foi criado há 10.000 anos A.M (Antes de Mao) e conta com várias lojinhas espalhadas pelo país. China é um exemplo de força e perseverança. Saiu da China fugido do regime ditatorial, da máfia de Hong Kong e dos filmes do Jack Chan. O monumento foi eligido non por diversos escravos oriundos da família do China que pôde se reproduzir à vontade, longe do rigoroso controle de natalidade de seu país. O monumento quase foi derrubado devido ao ataque de coreanos que lançavam canetinhas e lapiseiras através de catapultas.
Inri Cristo Redentor - Já que o Cristo Redentor original gerou protestos, por que não tentar sua cópia carbono ? Criado há 22 anos D.R (Depois da Reencarnação), a ordem para a construção desta estátua foi dada durante a invasão de Napoleão à Portugal, de acordo com um interno do Juqueri que afirma ser o próprio Napoleão. Construída por escravos que eram aprisionados em camisas de força a estátua do Inri Cristo Redentor já foi visitada inúmeras vezes pela Luciana Gimenez, Marcia Goldsmitch, Pânico na TV e por todos que querem tirar um sarro da cara do messias trash. A estátua vem recebendo incessantes ligações de seus 6 apóstolos para ser uma das maravilhas desse mundo louco.



Paola Oliveira- Este sim é um monumento. A maior maravilha do mundo atual. Nesta eu não só voto como caso, dou meus bens, a senha da minha conta e até assalto um banco se for necessário. Não sei quais foram os escravos que levantaram este monumento, que está com tudo em cima, mas eu topo ser escravo dela numa boa. No entanto, não vem recebendo o tratamento adequado, pois a ação do tempo, dos fenômenos climático e o filho da puta do Maurício Mattar vêm fodendo com ela.


Nota de rodapé por:Alexandre Paim às 3:00 PM |
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sexta-feira, julho 6

  Ódios Expressos (2) - Copacabana Engana

Depois de O Último Pagode em São Gonçalo, de autoria de Juliana Paixão, primeiro conto da nossa série Ódios Expressos, que ao contrário de seu nêmesis, o projeto Amores Expressos, aquele em que escritores vão viajar para capitais do mundo para trazer na bagagem uma história de amor ambientado nos tais lugares, na maior mordomia, com tudo pago, e apoiados pela Lei Rouanet.

Com a gente não tem viadagem. Neguinho tem que ir de ônibus mesmo para lugares pouco aprazíveis. Agora é a vez do Pablo que ambientou seu conto em Copacabana. Ao que parece ele até se deu bem, mas levando-se em consideração que o conto se passa na Prado Junior, um puteiro que se disfarçou de rua, ele foi parar em mais um grande recanto do submundo para contar mais esta emocionante estória de corações e ânus dilacerados.
Copacabana Engana - Por Pablo Kaschner


Ali pelas quebradas da Prado Júnior (PêJota, para os mais assíduos), saía de um inferninho, lá pelas três da madrugada, um tipo brancazedo, dessas figuras humanas que se costuma chamar de "gringo". E, como estivesse querendo gozar o momento, elegeu as mulatas. Assim mesmo, no plural. Eram três, as quengas. Três crioulas, enormes, entre vírgulas mesmo, abraçadas àquela exótica figura, o gringo, a própria personificação do êxtase. Estampava um sorriso que não saía do rosto e contrariava Vinicius de Moraes: felicidade não tem fim; a tristeza é que sim. Que se danasse o Vinicius de Moraes, que ele nem devia saber quem era. Na verdade, o que o gringo queria estar do lado dos imorais, isso sim. Como se a distância de milhares que o separava de sua honrosa família permitisse toda e qualquer lascívia.
Chinelo de dedo, camisa desbotada (por qual das três teria sido ?), rosto camarão de praia, óculos Ray-ban e uma carteira que, até então, pesava bastante. Devia ser alemão, o coitado, tão feliz que estava naquela heterogeneidade de cor que ele, estava evidente, não via a hora de tornar homogênea. "Say no to racism", parecia ser o lema. E como era dado a demagogias, estava pondo-o em prática.
E agora, Joseph ? Para onde ir ? Onde saciar toda aquela libido ? A libido, será assim mesmo que se escreve ? Parece concordância de alemão, mas é isso sim. Pois então, a alemon tinha que arranjar, de qualquer jeito, um lugar para ir com os mulata. No respeitável Copacabana Palace, onde estava hospedado, é que não haveria de ser. O alemon sabia que seu papel ali era ser um fuzileiro de artilharia e cair matando; um verdadeiro artilheiro, tô na área, se derrubar é pênalti. Ele olhava para as três e sorria; agora, talvez, de nervoso. E agora, Joseph ?
Já começava a pensar que eram muita areia para o seu Mercedes quando o sangue lhe subiu a cabeça (ou, digamos, desceu) e o Joseph começou a tirar a roupa foi ali mesmo, no meio da rua.
As "da vida" não faziam outra coisa senão rir. E atiçavam o alemon, dando mais e mais cerveja a cada peça de roupa jogada no famoso calçadão. De ceroula e meias pretas, la fora, ele e as pretas, correndo e bebendo, em direção à praia. Pelo jeito iria ser ali mesmo, ao ar livre, no escurinho da noite, como, aliás, a ocasião pedia. Apenas grãos de areia como confidentes daquela noite de cerveja e pretas. Uma noite de amor Malzbier, por assim dizer. Provavelmente nem desconfiou que as três mulatas, enormes, justamente vieram entre vírgulas porque estavam muito enooormes para serem mulatas, assim, no feminino.
Estavam encorpadas demais, mesmo para uma Malzbier. Pois bem, tampouco o alemon desconfiara. Quando viu, já era tarde. Na verdade, não viu nada: estava tudo escuro. Acabou comprando gato por lembre - Malzbier por Caracu. Mas afinal o alemon não querria conhecer OS mulata ? Pois não deixou de ter o seu desejo atendido.

(Publicado originalmente no livro de coletâneas de textos de humor: "Humor, tô vivo !")

Nota de rodapé por:Alexandre Paim às 10:47 PM |
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terça-feira, julho 3

  As notícias do esporte segundo Apolinho 13, o comentarista lunático

Na semana passada, um de meus 5 leitores se manifestou solicitando que eu deixasse de ser bairrista e comentasse os jogos das Minas. Não, o pedido não se referia ao futebol feminino, mas sim ao desempenho (não o sexual) de Cruzeiro e Atlético (mineiro, naturalmente) no Brasileirão.

Bem que procurei alguns jogos bizarros para comentar, do tipo Ananindeua (PA) X Araguaína (TO). Aí ninguém poderia me acusar de ser bairrista. Mas como a Série C só começa dia 12 de julho e os estaduais mais exóticos, já chegaram ao fim, o jeito é falar sobre a Segundona mesmo, que não tem nenhum time fluminense, nem o Fluminense, e aí não podem me acusar de bairrista.

A bem da verdade, a Série B está até mais interessante e organizada que a Primeira Divisão. Isto porque, sem nenhum time do Rio, não tem Pan pra azucrinar a tabela de jogos. O único mal da Segundona é a quantidade de times paulistas. Dos 20 times participantes, nada mais nada menos que 8 são das bandas de Adoniram.

A conseqüência inevitável desse fato é a quantidade de jogos entre clubes deste estado (jogos que são chamados de mano-a-mano, por motivos óbvios); o lado positivo é a maior possibilidade de times paulistas caírem para a Terceirona.

Se o campeonato terminasse hoje, seriam mais dois paulistas na Série C: Paulista, que só pelo nome devia começar com - 15 pontos, e o Ituano, time lá de dentro de Itu, que só não segura a lanterninha porque em Itu só tem coisa grande. Segura é o lampião. Em contrapartida (não que o clube seja contra elas), o Barueri subiria à Série A.

Causando crise de ciúmes nos concorrentes, o Criciúma lidera a competição, com vantagem de 4 sobre o segundo colocado, o Coritiba. Não que de 4 seja vantagem para alguém ou que ser o segundo colocado também o seja, pois quer dizer que alguém colocou ali. Mas isso quer dizer que todos estão atrás deles. Enfim, trocadilhos sexuais à parte, deu pra entender, né? (mais um) Por falar em 4, o Vitória está em 4o e vem fazendo jus ao nome. Não empatou nenhuma vez, é só vitória. O problema é que às vezes ela é do adversário.

É por isso que eu digo: "Apolinho é apolítico! E apocalíptico!"

Nota de rodapé por:pAbLo kAsCHnEr às 1:10 PM |
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  Matinas Suzuki tira a cueca e vira novo colunista de No Mínimo


Matinas Suzuki esteve afastado do mundo ilustrado durante um tempo se dedicando à sua criação de bonsai, na qual atuava como intelectual orgânico.

Por Tuty Vasquez

Bairro da Liberdade -O dublê de jornalista, crítico de arte e nipo-intelectual Matinas Suzuki voltará a escrever uma coluna de resenhas, relembrando os tempos em que era crítico de sushi na Folha de São Paulo, no site No Mínimo, composto pelas maiores cabeças ilustradas e lustradas (no caso do jornalista Arthur Dapieve) da imprensa nacional.

O convite surgiu por acaso, quando o japa urinava num mictório de um bar na companhia do jornalista Guilherme Fiuza e do ex- presidente Fernando Henrique Cardoso. Fiuza observou com nitidez e auxílio de uma lupa o pequeno potencial do jornalista oriental pois estava agachado segurando o saco de FHC. Neste momento foi feito o convite, sendo prontamente aceito por Matinas que no momento equilibrava seu pênis com bambu para não mijar no sapato.

A equipe do site No Mínimo ficou excitada com aquisição de seu novo membro. Quantos às dimensões do colunista, a jornalista Carla Rodrigues ressaltou que "mais vale um pênis de proporções medíocres brincalhão, do que a ditadura dos falos gigantescos, ícones misóginos de uma sociedade patriarcal que visa oprimir as mulheres que há anos buscam a sua independência bobalhão.", resumiu a jornalista.

Nota da redação: Pensei neste texto do Matinas Suzuki em No Mínimo há um bom tempo mas sempre adiei escrever por acreditar ser uma eterna "matéria fria", que nunca ia destatualizar. Mas, infelizmente, esqueci que não moramos num país decente e que um site inteligente e de qualidade como o No Mínimo fatalmente acabaria por falta de grana. Enquanto isso, os fuxicos e babados continuam firmes e fortes.

Deixe suas flores na lápide.

Nota de rodapé por:Alexandre Paim às 1:08 PM |
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  Pensamentos bestas que me ocorrem

Bons tempos aqueles em que um jovem de classe média alta meter o cacete na empregada era apenas parte de sua iniciação sexual.

Nota de rodapé por:Alexandre Paim às 5:02 AM |
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segunda-feira, julho 2

  Ariel Sharon dos sabões em pó

O que uma verdadeira dona de casa desesperada pode fazer...



O primeiro fruto concluído da parceria do Mico na Rede com a Badalhoca Pictures

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Nota de rodapé por:Juliana Paixão às 12:44 PM |
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